5 dúvidas a respeito do caso de Marielle Franco

O porteiro havia mentido a respeito da situação dizendo que a entrada no condomínio foi autorizada por alguém na casa de Bolsonaro e que ele havia identificado como sendo “seu Jair” e não por Ronnie Lessa. O questionamento é a respeito do por que alguém envolveria o nome do presidente em uma investigação tão grave.

A perícia dos áudios só foi solicitada após a reportagem feita pelo Jornal Nacional a respeito do caso, mesmo estando em poder da procuradoria desde o dia 7 de outubro, e foi entregue pelo síndico três dias após o depoimento do porteiro.

O Ministério Público não solicitou uma perícia nos computadores onde os áudios em questão foram originalmente registrados para acabar com a suspeita de que os áudios podem ter sido deletados.

O porteiro fez uma anotação no dia 14 de março de 2018, dia em que o crime aconteceu, quando os áudios haviam confirmado que ele havia falado com Ronnie Lessa e não com “seu Jair” como ele havia alegado.

A mulher de Ronnie fotografou a planilha com as anotações de entrada no condomínio ainda em janeiro quando ele começou a ser interrogado pela polícia, e enviou para o marido a fotografia.

 

Via: g1.globo.com

Escrito por Reginaldo Ribeiro Teodoro

Sou especialista em notícias da TV, fofocas de famosos e acontecimentos em geral. Também escrevo sobre acontecimentos no meio político.