Amigas encontradas mortas no Rodoanel Mário Covas podem ter sido vítimas do crime organizado

As vítimas estavam desaparecidas desde o dia dois de junho, depois de irem a uma casa noturna na comunidade de Paraisópolis, zona sul de São Paulo

Júlia Renata de 25 anos e Cláudia Cristina de 35 estavam desaparecidas desde o início do mês, elas haviam participado de uma festa na laje em uma casa noturna que fica em Paraisópolis no sul de São Paulo.

Após essa festa nenhum dos familiares tiveram notícia das Jovens, após alguns dias os corpos foram encontrados no acostamento da Rodoanel Mário Covas.

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A polícia acredita que as duas foram vítimas do crime organizado, os corpos apareceram cerca de 25 Km da comunidade de Paraisópolis onde as amigas foram vistas pela última vez.

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Segundo a polícia os corpos já estavam em estado avançado de decomposição, mas foi possível reconhecer as vítimas pelas tatuagens.

Claudia tinha uma tatuagem do filho os familiares reconheceram ela pela tatuagem mas mesmo assim todo o teste foi feito no Instituto Médico Legal.

A polícia agora investiga o que aconteceu com as duas amigas, porque elas foram mortas e quem são os responsáveis pelo crime.

O último lugar que as jovens estiveram foram no baile funk da favela de Paraisópolis, a polícia acredita que os corpos foram deixados de forma proposital, provavelmente já haviam sido enterrados porque estava sujos de terra.

Essa atitude dos criminosos foi para evitar que a polícia permanecesse mais tempo dentro da comunidade, eles resolveram deixar os corpos na rodovia para despistar, a polícia acredita que as jovens foram vítimas do tribunal do crime, porque Cláudia tinha um relacionamento com um policial.

 

Escrito por Informe Cl

Colunista de notícias dedicada a escrever artigos de qualidade sobre saúde, TV, notícias de grande repercussão, notícias gospel e demais assuntos.