Bebê teve cabeça arrancada durante parto em maternidade em Aracaju

Após horas e trabalho de parto, mãe relatou ter ouvido estalo

Um bebê teve a cabeça arrancada durante o parto que ocorreu no Hospital e Maternidade Santa Isabel, localizada na Zona Norte de Aracaju (SE). Na noite anterior, a mãe havia sinto internada sentindo muitas dores.

A mãe é uma jovem de 22 anos de idade, ela foi para o hospital após sentir que a bolsa havia estourado. Ela já é mãe de outras três crianças.

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A família informou que uma ambulância do Serviço Móvel de Urgência (SAMU) foi chamado para socorrer e encaminhar a gestante até o hospital. A mulher passou por horas de trabalho de parto. No momento a jovem estava recebendo auxilio de cinco médicos no local.

Os médicos responsáveis estavam se revezando durante o trabalho de parto da gestante. Em seguida, a jovem acabou ouvindo um estalo muito alto, e um dos médicos repreendendo o outro.

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Uma prima da gestante relatou a respeito do ocorrido durante o parto: “Ela passou por um grande sofrimento, foram horas e horas de muitas dores e desconforto e todos os médicos fazendo força na barriga dela para que a criança nascesse.
Mas, em determinado momento, ela ouviu um barulho e um dos médicos disse ‘Marcos você é louco?’”. A prima da paciente, Gilmara Azevedo Santos, conta que a jovem perguntou o que havia acontecido mas não obteve resposta.

A paciente logo após o ocorrido foi encaminhada para o centro cirúrgico para realizar uma cesariana para a retirada do corpo da criança, visto que a cabeça havia sido arrancada. A prima da paciente informou também que a gravidez da jovem em nenhum momento apontou qualquer tipo de problema, e os exames de pré-natal foram todos realizados.

Ao chegar a maternidade inclusive foi constatado que o coração da criança ainda estava batendo. Após a alta da paciente o hospital não prestou nenhum tipo de suporte para  jovem.

O diretor clinico do hospital afirmou que no momento do parto a criança não apresentava batimentos cardíacos e que por isso já estava morta. Ele afirmou ainda que a cabeça do bebê havia passado pela vagina da mãe, mas que devido a um problema o ombro da criança não passava, e eles optaram pela ‘degola cirúrgica’. Uma comissão foi montada para resolver as questões a respeito da morte da criança.

 

Escrito por Pedro Machado

Apaixonado por marketing digital, colunista em diversos sites e páginas do facebook. Trabalhando como redator autônomo há mais de 5 anos. Contato: [email protected]