Bolsonaro não dá garantias de nomeação à Decotelli

O grupo militar e professores da FGV (Fundação Getúlio Vargas), deixou de apoiar Carlos Decotteli. Todos alegam que ficaram surpresos com uma vida acadêmica toda incoerente, devido ao doutorado e pós-doutorado ser questionado por universidades estrangeiras, seguido de acusação por plágio de seu mestrado na FGV.

Após um dia turbulento ontem, Bolsonaro tomou atitude em dar sobrevida no Ministério da Educação (MEC) a Carlos Alberto Decotelli, independente de vários questionamentos quanto à sua formação e posse, onde tinha previsão para hoje, mas foi adiada.

Nas redes sociais, o presidente não esclareceu quanto ao fato se dará ou não posse a Decotelli e alega ter recebido palavras de “trabalho e honra” sobre o mesmo. Entretanto, diversos assessores de sumaimportânica no governo dão continuidade na busca de possíveis substitutos do economista.

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O grupo militar e professores da FGV (Fundação Getúlio Vargas), deixou de apoiar Carlos Decotteli. Todos alegam que ficaram surpresos com uma vida acadêmica toda incoerente, devido ao doutorado e pós-doutorado ser questionado por universidades estrangeiras, seguido de acusação por plágio de seu mestrado na FGV.

Mesmo diante de tal situação constragedora, militares permanecem à indicar outras pessoas ao presidente, tal quanto a ala que tem ligação a Olavo de Carvalho. O clima no Palácio do Planalto é muito tenso e grande quantidade e nomes indicados ao MEC, segundo algumas fontes.

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O governo ficou irritado ao saber que Decotelli não é contratado como professor da FGV – apenas deu aulas em caráter de pessoa jurídica para alguns cursos – e estão temerosos ao aparecer mais surpresas.

Na rede social, Bolsonaro diz que “o professor tem batido de frente com toda forma que desqualificação para o ministério” por “questões curriculares”. De acordo com publicação, “todos que tiveram algum tipo de vivência com ele afirmam sua total capacidade de edificar uma educação inclusiva e oportuno à todos”. De qualquer forma, não deixou clara a posse de um novo ministro.

 

Polêmica

Desde quando foi nomeado à ministro, Decotelli foi questionado quanto à sua formação curricular. Ao ser anunciado, o presidente declarou a formação do professor. Um dia após, o título de doutorado foi levantado em questão por Franco Bartolacci, reitor na Argentina, da Universidade Nacional do Rosário. De início, o ministro negou e apresentou certificado onde concluiu suas disciplinas. “É real. Pergunte ao reitor”. Ao fim do dia, fez uma atualização de seu C.V. e começou à declarar que teve “créditos concluídos” em doutorado (2009). No campo onde fala quanto ao orientador, o ministro deixou assinalado: “Não houve defesa da tese”.

Escrito por News Report

Colunista de notícias, visando levar a informação à leitores diversos, através da internet, mídias sociais, redator de plataforma em diversos assuntos.