Crueldade: Eles filmaram jogando beisebol com um cachorro que acabou perdendo a vida durante a “brincadeira”

Pesquisadores de Córdoba trabalham na identificação de um grupo de pessoas que filmavam jogando beisebol com um cachorro

A Polícia de Córdoba, na Argentina, trabalham na identificação de um grupo de pessoas que filmavam jogando beisebol com um cachorro, como confirmado na delegacia de Villa del Rosario, a cidade onde aconteceu o incidente.

Confirmaram que quem matou o animal são pessoas de Villa del Rosario, cidade de Córdoba localizada a 71 quilômetros da capital.

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“Tudo aconteceu em áreas rurais, parece que o vídeo é de alguns dias atrás”. Ainda não há detidos.

O material foi entregue na delegacia por uma pessoa do local, que mais tarde contou que os supostos autores do crime a ameaçaram. Essa pessoa postou em sua rede social e gerou a indignação dos moradores de Villa del Rosario.

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O vídeo é brutal. Nele você pode ver o momento em que uma das pessoas joga o cachorro no ar e o outro lhe dá um bastão, simulando um jogo de beisebol. Uma das pessoas diz, rindo, “dog killer”.

Enquanto isso ocorre, outras pessoas riem. Eles até pedem ao “batedor” para fazer de novo, e ele faz.
Você também pode ouvir a voz de uma criança que pede misericórdia. “Não, papai, coitado”, diz a criança quando uma pessoa se prepara para bater no animal novamente.

Como o vídeo mostra outros cães, a investigação, conduzida pela promotora Patricia Baulies, de Rio Segundo, tenta determinar se também mataram outros animais.

    Luto: Com apenas 16 anos menina tira sua própria vida após resultado de enquete no stories.

Uma garota de 16 anos teria se matado na Malásia, após postar uma enquete no Instagram perguntando aos seguidores se ela deveria morrer ou não, e 69% das pessoas votaram que ela deveria.

De acordo com o relato do Guardian, a polícia malaia, que queria preservar o anonimato da menina, falou que a pesquisa mostrava a seguinte mensagem: “Realmente importante, ajude-me a escolher D [morte] / L [Vida]”. Sua morte levou Ramkarpal Singh, advogado e parlamentar do estado de Penang, no noroeste do país, a sugerir que aqueles que votaram nela para morrer poderiam ser culpados de incitar o suicídio.
“A garota ainda estaria viva hoje se a maioria dos internautas em seu perfil no Instagram a desencorajasse a tirar a própria vida? Ela teria prestado atenção ao conselho de internautas para procurar ajuda profissional se tivessem feito isso?

O incentivo daqueles internautas realmente influenciou sua decisão de tirar a própria vida? Como a tentativa de suicídio é uma ofensa neste país, segue-se que a cumplicidade de alguém para tentar o suicídio também pode ser”.

Em fevereiro, a rede social proibiu imagens gráficas e conteúdo relacionado à autoagressão de sua plataforma, justificando a necessidade de manter seguros os usuários vulneráveis. Anunciaram que iram lançar “telas de sensibilidade” para o bloqueio desse tipo de conteúdo.

A mudança veio após o caso de Molly Russell, uma inglesa de 14 anos que cometeu suicídio em 2017. De acordo com os pais da jovem, ela teria sido motivada por fotos vistas no Instagram.

O chefe de comunicações disse: “Temos uma grande responsabilidade para garantir que as pessoas que usam o Instagram se sintam seguras. Como parte de nossos próprios esforços, pedimos a todos que usem nossas ferramentas de denúncia e entrem em contato com os serviços de emergência se virem algum comportamento que coloque a segurança das pessoas em risco”.

 

 

Escrito por Pedro Machado

Apaixonado por marketing digital, colunista em diversos sites e páginas do facebook. Trabalhando como redator autônomo há mais de 5 anos. Contato: [email protected]