Equipe da Globo vive momentos de terror em assalto e sequestro relâmpago

Natália e a entrevistada deixaram o veículo, mas o cinegrafista Fabrício Costa não. A cena foi de cinema: Fabrício saiu cantando pneu e o carro estava com porta-malas aberto. As três ficaram desesperadas ao ver a cena.

Camila contou que não teve dúvidas e ligou para a polícia naquele momento.

Fabrício deu sua versão do fato. Ela contou que os dois suspeitos pediram para que ele os deixasse na Grande Circular, avenida localizada na zona leste de Manaus. Ou seja, em lado ao aposto ao que ele estavam. O cinegrafista contou que ficou com muito medo e pensou que poderia morrer. “Sabia que estava sendo sequestrado”, disse ele, que afirmou ter ficado pensando na família a toda hora. Segundo ele, os suspeitos não queriam matá-lo nem roubá-lo. Ele percebeu isso no caminho.

Os dois jovens suspeitos disseram que queriam apenas sair da região onde estavam porque eram ameaçados de morte e poderiam morrer. O mais velho ficava engatilhando e desengatilhando a arma e eles disseram que fariam Fabrício de refém caso cruzassem a polícia.

 

Escrito por Diogo Marcondes

Jornalista profissional desde 2015. Escrevo sobre política, famosos, curiosidades e tudo que possa render bons textos e boas histórias!