Estudos indicam que obsessão masculina pela intimidade “pela porta de trás” pode revelar homossexualidade enrustida

Um estudo científico mostrou que preferência obsessiva pelo ato pode significar outra coisa.

A maioria dos homens gosta muito do ato íntimo com sua parceira pela “porta dos fundos”. Muitas mulheres acabam resistindo a essa prática por causa da dor na hora do ato ou até mesmo por causa de muitos mitos que envolvem a questão, mas acabam cedendo com a intenção de agradar o parceiro ou apenas para que ele não procure outra pessoa que esteja disposta a satisfazer esse seu desejo.

No entanto um estudo mostrou que a obsessão do homem por essa prática sexual pode revelar aspectos de sua sexualidade que não estão muito bem compreendidas. De acordo com a ciência, o ato amoroso realizado dessa forma, pode refletir desejos oprimidos e esconder até mesmo impulsos incomuns em muitos rapazes.

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Um estudo científico liderado pela doutora, Mary Collins Scheer, docente em uma das principais universidades do Reino Unido, mostrou que os homens que buscam muito obter prazer e satisfação íntima através do sexo anal pode revelar uma espécie de luta contra a sua própria opção e gosto pelo mesmo gênero.

Durante os questionamentos e análises envolvidas em suas pesquisas, a doutora e professora universitária, Mary Collins, chegou a afirmar categoricamente em sua tese, onde foi embasada o estudo, que a maioria esmagadora dos rapazes que se dizem 100% machos e que praticam com frequência ou esboçam o frequente desejo de praticar este ato com suas parceiras, na verdade, estão transmitindo mensagens subliminares e ocultas envolvendo suas opções, ou seja eles podem estar reprimindo desejos homossexuais os quais tentam refletir através de suas parceiras quando elas aceitam o ato pela “porta de trás”.

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De acordo com a pesquisa esses desejos podem estar sendo reprimidos porque até o próprio homem ainda não aceitou isso em si mesmo, para ele pode ser algo penoso lutar contra um desejo que jogue por terra a masculinidade que ele afirma ter diante da sociedade. Assumir que não é tão “macho” como afirma ser pode ser algo completamente angustiante.

Causando um intenso burburinho entre os adeptos da prática, a pesquisa britânica liderada por Scheer, conta com uma série de exceções, o que pode deixar muitos homens e mulheres um tanto quanto “aliviados”.

Ou seja nem todo mundo que gosta do ato tem desejos homossexuais reprimidos, o caso é apenas quando há uma busca desenfreada pelo ato deixando até de lado o ato íntimo convencional.

 

Escrito por Pedro Machado

Apaixonado por marketing digital, colunista em diversos sites e páginas do facebook. Trabalhando como redator autônomo há mais de 5 anos. Contato: [email protected]