Familiares de mortos por Covid-19 em São Paulo não vão mais poder escolher em qual cemitério enterrar seus entes queridos

De acordo com o artigo, se a média de enterros na cidade de São Paulo aumentar para 400 por dia, os familiares não poderão mais escolher em que cemitério serão enterrados os entes queridos.

Uma decisão da Prefeitura de São Paulo, foi anunciada no último sábado e faz parte do plano de contingenciamento realizado para enfrentar a pandemia de COVID-19 na cidade.

De acordo com o artigo, se a média de enterros na cidade de São Paulo aumentar para 400 por dia, os familiares não poderão mais escolher em que cemitério serão enterrados os entes queridos.

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De acordo com a prefeitura a taxa de sepultamento está em 100 por dia, essa medida tem exceção apenas para a família que tenha jazigo privado, ou túmulo sob concessão da prefeitura.

Os cemitérios da capital que irão receber os corpos, são Vila Nova, Cachoeirinha Zona Norte, Vila Formosa Zona Leste e São Luiz zona sul de São Paulo, os familiares poderão pedir exumação do corpo depois de um ano e transferir para o cemitério que desejarem.

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As empresas privadas, poderão a partir de agora exercer serviços funerários, a prestadora de serviço, precisa estar cadastrada no serviço funerário do Município de São Paulo e poderá exercer serviços inclusive de cremação, o preço para todos os serviços prestados serão livres.

Dia 23 sexta-feira, a cidade de São Paulo registrou 115 mortes por covid-19, na quinta-feira dia 22 havia foram 119 mortes.

O decreto assinado pelo prefeito Bruno Covas, determina que essa medida valerá enquanto permanecer a calamidade, o decreto do prefeito também liberou sepultamentos realizados à noite e madrugada.

Foram alugadas câmaras frigoríficas para os corpos aguardarem o sepultamento. O estado de São Paulo fabrica grande parte das urnas funerárias usadas no Brasil, só em Cabrália Paulista ficam quatro fabricantes de caixões, os fabricantes decidiram aumentar a produção concentrando na fabricação de modelos básicos para agilizar a produção.

O Brasil registra mais de 3.000 mortes por dia, segundo os fabricantes de caixões se houver um aumento de 50% nas mortes, ainda assim conseguirão atender a demanda, mas os alarmistas acreditam que se a pandemia de COVID-19 não for contida, os corpos podem ser enterrados  apenas em sacos plásticos.

 

Escrito por Informe Cl

Colunista de notícias dedicada a escrever artigos de qualidade sobre saúde, TV, notícias de grande repercussão, notícias gospel e demais assuntos.