Garoto finge ser médico para cuidar de pacientes com Covid-19 no Rio; ele esta sendo investigado

Jovem se passava por falso médico para cuidar de pacientes com Covid-19

Estudante de medicina e investigado por fingir ser médico no combate a Covid-19 RJ

De acordo com o policial responsável pelo caso o jovem de apenas 28 anos teria ido embora assim que avistou policiais chegando ao local, o hospital em que ele se passava como médico era o Francisco da Silva Telles no (Irajá), na investigação ele tinha em posse o “CRM” de outra pessoa que de fato era médico.

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O rapaz não era apenas um “médico” comum dentro da unidade, ele agia de forma perigosa cuidando de cidadãos que teriam sido contagiadas por Covid-19, a Polícia Civil do “RJ” ainda segue com investigações e está neste momento realizando o mandato para o encontro do jovem.

Nas investigações da polícia foi descoberto que Davi Paula é empregado de uma empresa prestadora de serviços terceirizados da Unidade Hospitalar, seus serviços eram de apenas ajudar na locomoção e retirada de pacientes em estados graves.

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O jovem não satisfeito com seu trabalho passou a “atuar” como médico e tratava dos pacientes com Covid-19 de forma indevida enquanto era efetuado o transporte até o hospital.

Davi cursa faculdade de medicina na Argentina e não possui nenhum diploma acadêmico que o faça vir a atuar como médico na linha de frente na contra o novo coronavírus. A investigação teve seu início quando houve uma denúncia por parte de integrantes e funcionários da Unidade Hospitalar relataram que haveria um falso médico.

O nome usado pelo falso médico era semelhante ao seu, “Davi Cotrim” este médico atua no Norte Fluminense e com esta semelhança o falso Davi Paula usurpou em benefício próprio. Os agentes da polícia foram atrás do rapaz em todos os seus endereços cadastrados, mas ele não foi encontrado, nas redes sociais a família postava fotos dele ao lado da ambulância e também dentro do hospital com trajes especiais para tratar de pacientes com covid-19.

Junto com a (Secretaria Municipal de Saúde) mais sua empresa (Tuíse) negaram que o jovem de 28 anos atuava de forma legítima como médico, elas determinaram que Davi agiu de forma solitária fingindo ser “doutor”, órgãos públicos divulgaram nota de que não há registros do rapaz no Conselho Federal de Medicina e CRM-RJ. Advogado em defesa do jovem que realizava função sem formação acadêmica respondeu que ele não possui de fato um mandado de prisão, mas isto não se defere ao contexto de que seus atos foram graves.

Escrito por Melissa Lopes

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