Jovem de 19 anos conta como é ser uma ‘sereia profissionalmente’ e defende que se trata de algo sério

Para se tornar uma sereia Madeleine completou um curso que envolveu técnicas de mergulho livre e natação com um monofin, que é um tipo de "pé-de-pato" em formato de calda de sereia, normalmente usado em esportes subaquáticos.

Todo mundo conhece alguém que se dedica a alguma prática, no minimo, inusitada. Não é mesmo? Essa jovem, de apenas 19 anos, dedica a vida a ser uma “sereia profissional” e, embora pareça brincadeira, a história é muito séria. Ela explicou um pouco de sua rotina como sereia em entrevista e você pode conferir o que ela disse abaixo.

Madeleine Petty, de Perth, na Austrália Ocidental, diz que embarcou na incomum carreira submarina em outubro de 2019 e pode prender a respiração por dois minutos.

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Durante as apresentações, Petty prende em torno de 4 quilos em cada tornozelo e usa um cinto de três quilos para ajudar a mantê-la abaixo da superfície.

“Se eu não tenho pesos, eu uso toda a minha energia para me manter abaixo. Quando tenho pesos, consigo deslizar pela água com graça”, disse ela.

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Petty revelou que, embora tenha caído nessa área inusitada, ela se preparou por muito tempo para ser bailarina e que, por isso, possui muito controle corporal além de flexibilidade e força.

Para se tornar uma sereia Madeleine completou um curso que envolveu técnicas de mergulho livre e natação com um monofin, que é um tipo de “pé-de-pato” em formato de calda de sereia, normalmente usado em esportes subaquáticos.


Depois de economizar, ela finalmente comprou uma cauda de sereia profissional da Mermaid Kat Shop, que é feita de silicone. A ferramenta pesa 10 quilos, mas flutua na água.

Sempre que a usa em terra para eventos, ela precisa ser levada ou carregada até onde precisa ir. “Eu queria me tornar uma sereia porque sempre amei o oceano desde pequena e queria trazer a felicidade para os outros através desse papel”, disse ela.

“Eu adoraria ter visto uma sereia da vida real quando eu era pequena, então trazer a alegria para as crianças hoje é a coisa mais gratificante de todas!” Infelizmente ela não pode ver de dentro do tanque.

Quando está ensolarado, ela só consegue distinguir os contornos de pessoas, mas tudo fica “realmente embaçado” e a água salgada machuca seus olhos. Madeleine disse que não foi fácil, mas usou métodos de relaxamento para aprender a prender a respiração por mais tempo.

“No começo, foi muito complicado para mim, porque antes sendo bailarina, achava muito difícil relaxar e perder a tensão”, disse ela. “Depois de muita prática, consegui aguentar até dois minutos em um estado meditativo, mas é completamente diferente quando você está nadando”, concluiu.

Whileshe já ganhou quatro premiações, todos os valores foram economizados para a compra da nova cauda, Madeleine disse que não faz isso pelo dinheiro. A jovem afirma que sua principal meta é levar diversão e memórias inesquecíveis para as crianças.

Escrito por Pedro Machado

Apaixonado por marketing digital, colunista em diversos sites e páginas do facebook. Trabalhando como redator autônomo há mais de 5 anos. Contato: [email protected]