Membros de gangues de moto fazem guarda de mesquitas na Nova Zelândia em primeira reunião pós ataque

O dr. Asad Mohsin, chefe da Associação Muçulmana de Waikato, disse que aprecia o apoio recebido de “diferentes setores da sociedade, interesses e disposições diferentes“.

Ele acrescentou: “Tudo nos dá força para superar a dor que estamos sofrendo. Gostaríamos que eles entrassem na mesquita e orassem conosco. Eles são parte de nós como somos parte deles. O Islã é inclusivo, livre de julgamento – nós não vemos membros de gangues. Nós os valorizamos como humanos e apreciamos que eles também nos valorizem“.

O Dr. Mohsin também disse ao New Zealand Herald: “Não há medos, e não estamos com medo. Eles não precisam ficar do lado de fora da mesquita, eles podem entrar, bem atrás de onde o sermão é dado“. Os membros da gangue The King Cobra também prestaram homenagem aos membros da mesquita Al-Masjid Al-Jamie em Ponsonby no sábado.

Outros líderes da Mongrel Mob também mostraram seu apoio em todo o país, incluindo a filial de Aotearoa que prestou seus respeitos na escola da Hagley College em Christchurch. Até mesmo um dos líderes australianos da gangue tem patrulhado uma mesquita em Sydney.

Escrito por Pedro Machado

Apaixonado por marketing digital, colunista em diversos sites e páginas do facebook. Trabalhando como redator autônomo há mais de 5 anos. Contato: [email protected]