Notícia boa, vacina que será concedida ao SUS mostra bons resultados nos testes e pode estar chegando o fim do Coronavírus

De acordo com a informação da Sinovac Biotech, cerca de 743 pessoas saudáveis na idade entre 18 e 59 anos se tornaram voluntários para participarem deste experimento.

Todos sabem que as medidas de restrições para combater coronavírus não são totalmente eficientes, é necessária uma vacina que combata a covid-19, o mundo todo está nessa grande corrida para descobrir a vacina que proteja a população contra o vírus.

De acordo com a empresa Sinovac Biotech, a vacina para covid-19 tem se mostrado eficiente nos testes realizados no laboratório, a declaração da empresa é que mais de 90% dos voluntários que participaram se tornaram imunes ao vírus e não apresentaram efeitos colaterais.

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De acordo com a informação da Sinovac Biotech, cerca de 743 pessoas saudáveis na idade entre 18 e 59 anos se tornaram voluntários para participarem deste experimento, duas fases já foram realizados e a terceira e último teste será considerado fundamental.

Será realizado no Estado de São Paulo com parceria com o Instituto Butantan e cerca de 9 mil voluntários irão participar desse terceiro teste da vacina para covid19, logo após os testes da vacina será concedida gratuitamente pelo sistema único de saúde.

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De acordo com informações da empresa, nesta fase de testes metade vão tomar a vacina e a outra metade receberá um imunizante que não protege contra covid-19, de acordo com o infectologista da Unesp Alexandre Barbosa esse método é chamado de ensaio clínico.

Nem os voluntários nem os pesquisadores irão saber quem tomou a vacina para covid-19, mas cada paciente irá receber identificação e após os testes irão ver quem tomou a vacina e quem tomou o placebo, a vacina reutiliza pedaços inativos de novo coronavírus, declararam que isso torna mais segura pois não se usa mais vacina com vírus ativado, pois poderia causar a doença ou ter alguma outra doença principalmente em pessoas imunossupressoras como a AIDS.

As vacinas com pedaços de vírus mortos não são tão eficientes, quanto a que possui o vírus ativo ela tem menos período, mas também o seu tratamento é lento e por isso é preciso adicionar o que chamam de adjuvantes, anticorpos produzidos em laboratório.

 

Escrito por Informe Cl

Colunista de notícias dedicada a escrever artigos de qualidade sobre saúde, TV, notícias de grande repercussão, notícias gospel e demais assuntos.