Pastor é acusado de abusar de 10 crianças dentro da igreja e detalhe gera indignação

Um homem extremamente conhecido por ser pastor evangélico na região metropolitana de Cuiabá foi preso por ser suspeito de ter abusado sexualmente de meninos e adolescentes que iam até sua igreja para louvar a Deus. O tempo fica localizado no Bairro Mangabeira, Várzea Grande.

As informações até o momento são de que o religioso dava dinheiro para suas vítimas logo após cometer os abusos. A Polícia Civil já está no caso e tomou a frente das investigações, informaram que um número mínimo de 10 crianças já sofreram nas mãos do pastor e sete delas já foram confirmadas e identificadas.

As investigações apontaram que o homem de Deus pagava em dinheiro para poder estuprar as crianças

O delegado no topo do caso se chama Cláudio Alvares Santana, ele pertence à Delegacia Especializada do Idoso, Criança e Adolescente (Deddica). Contou que as próprias vítimas revelaram o pagamento em dinheiro após os abusos. Não demorou muito para a polícia agir e nesta última terça-feira, dia 28, após longos 7 meses de investigação, nada impedia que o religioso fosse preso.

O homem não admitiu fazer as coisas que estava sendo acusado de fazer, porém, confessou que verdadeiramente dava dinheiro para as crianças. Os abusos só foram descobertos porque uma mãe muito observadora acabou identificando que seus dois filhos, vítimas do pastor, estavam sendo abusados por ele.

Claúdio Alvares Santana afirmou publicamente que as crianças estupradas revelaram os estupros cometidos pelo religioso e acrescentaram que tudo acontecia em um lugar específico, dentro da igreja, que fica aos fundos da casa dele.

Um total de 8 vítimas já foram identificadas, porém, apenas 7 confirmaram os abusos. Vale ressaltar que todas as crianças eram do gênero masculino e possuíam idades que variavam entre os 6 e os 14 anos. Uma das mães das crianças contou que notou comportamentos diferentes em seu filho.

Explicou que percebeu a chegada da criança com muito dinheiro em casa, comprava coisas e alegava que o pastor dava aquilo como ‘presente’. O delegado lembrou que a mãe jamais desconfiava do pastor já que ele era um homem religioso e não esperava tal coisa dele.

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