Pessoas que possuem o sangue do tipo A, tendem a ter mais complicações se contraírem o coronavírus

Um estudo realizado, apontam que as pessoas que possuem esse tipo de sangue podem sofrer sérios riscos.

Cientistas estão á procura de diversas respostas para uma série de perguntas relacionadas ao coronavírus, uma das peguntas mais frequentes é porque algumas pessoas contaminadas pelo vírus tendem a sofrer mais que outras.

Um estudo realizado por cientistas europeus pode apontar as ligações que possuem as suas variações genéticas juntamente com o coronavírus.

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Segundo os pesquisadores que estão empenhados em achar respostas, constataram que as variação em dois pontos da genoma humana estão ligados á um grande risco ainda maior de ocasionar a falência respiratória em pessoas que estejam contaminados pelo vírus.

Um desses pontos estão incluídos aquele que faz a determinação do gene do tipo sanguíneo do paciente que contraiu a doença, aqueles pacientes que possuem o sangue no tipo A, possui maior risco do que as pessoas de outro genes.

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Segundo informações do cientistas, o coronavírus se alimenta de uma proteína conhecida como ACE2 que ficam sob a superfície da células humanas.

Os cientistas afirmas que pessoas que possuem uma idade avançada e doenças subjacentes possuem um grande risco de contrair um tipo de contaminação mais de alto risco.

Mas eles acreditam que poderão encontrar uma maneira de conseguir detectar através do DNA da pessoa para saber se ela necessitará de um tratamento mais profundo.

Descobrir se os genes podem influenciar na gravidade da doença, poderá ser uma maneira de colaborar para que os criadores de medicações encontre a fórmula correta.

No inicio quando a pandemia estava com mais força, o geneticista molecular na Universidade de Kiel, que fica localizada na Alemanha, Andre Franke, revelou que estava analisando a situação e obteve a ajuda de alguns médicos de outros países como a Espanha e a Itália.

Eles teriam retirado algumas amostras de sangue de pelo menos 1.610 pacientes que precisariam receber o oxigênio ou necessitariam de um respirador artificial.

Franke e seus colegas de trabalho retiraram o DNA das amostras e fizeram analise através de uma técnica que recebeu o nome de genotipia.

Escrito por Margareth Santos

Gosto de dedicar uma parte do meu tempo levando noticias e informações através de matérias relacionadas a tudo, inclusive de saúde, culinária, famosos e do mundo da maternidade.