Policial Federal é suspeito de premeditar a morte da filha de dois meses e a mãe diz: “Tiraram você de mim”

A polícia está investigando o caso.

Um agente da policial federal Dheymersonn Cavalcante é suspeito de acordo com denúncia de premeditar a morte da própria filha, um bebê de dois meses de vida. O homem foi encaminhado até à Delegacia de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP), para depor sobre a morte de  Maria Cecília, que estava aos seus cuidados na cidade de Rio Branco.

A mãe da criança fez a denúncia à polícia, o policial e a avó do bebê fizeram a criança tomar duas mamadeiras de leite artificial, a menina passou mal e faleceu.

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A mãe do bebê é a enfermeira Micilene Souza, ela ainda não quis falar publicamente sobre o ocorrido, no entanto ela publicou uma imagem onde aparece ao lado da bebê em um caixão com a legenda: ‘Tiraram você de mim”.

A Polícia Federal informou que por enquanto não irão dar informações sobre o caso. Na denúncia feita à polícia, a mãe do bebê contou que o pai da criança, o policial, pediu que fosse feito um exame de DNA para afirmar a paternidade.

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O delegado Martin Hessel, responsável pelo caso  disse que recebeu a denúncia no sábado à tarde e logo iniciou os depoimentos tanto do policial, como da avó da criança, mãe do policial. O delegado decidiu  não dar informações sobre os depoimentos para não minguar as investigações.
“A gente abriu a investigação e, embora tenha esse contexto todo do histórico da relação entre a mãe da criança e o suposto pai, é muito cedo para dizer se houve homicídio intencional. Muitas  pessoas já prestaram depoimento e agora estamos aguardando os laudos. Os dois [pai e avó] foram conduzidos, mas não havia elementos suficientes para uma prisão em flagrante”, disse o delegado.

De acordo comas informações a menina faleceu por broncoaspiração. O delegado afirmou que a menina estava aos cuidados do pai e da avó paterna quando tomou o leite artificial, e teria se engasgado e o líquido foi parar nos pulmões da criança.

“A partir daí é que a gente vai ter que trazer toda questão de provas para saber se foi homicídio ou não”, afirmou Hessel.

A polícia ainda vai ouvir os profissionais de saúde e também os paramédicos do Samu que fizeram os primeiros atendimentos e os médicos que examinaram a criança no Hospital de Urgência e Emergência de Rio Branco.

 

Escrito por Pedro Machado

Apaixonado por marketing digital, colunista em diversos sites e páginas do facebook. Trabalhando como redator autônomo há mais de 5 anos. Contato: [email protected]