Porteira é vítima de injúria racial e ameaça é chamada de “macaca” e “chimpanzé” por morador de prédio; ela relata sobre as ofensas: “Não importa se ele tem dinheiro, devo ser respeitada”

O homem foi intimado a comparecer para depor.

Uma situação de racismo, envolvendo uma porteira de um prédio de alto padrão no Jardim de Goiás, no bairro nobre de Goiânia. Agora ela tem medo de voltar ao trabalho, após ter sido chamada de “macaca” e chimpanzé”, por um morador.

Um vídeo, registrou os momentos, mas não é possível a reprodução. A porteira, no qual não teve a identidade revelada, disse que a todo o instante, ele deixava esclarecido que ela era um nada, porque não possuía de dinheiro.

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Ele disse ainda que era policial e que construiu o prédio. Continuando, ela disse que isso não importava, no qual ela tinha que ser respeitada. A empresa responsável, onde a mulher trabalha disse que afastou a funcionária, por uns dias, para que ela consiga recuperar o que aconteceu, no qual disse ainda, que vai decidir, juntamente com ela, uma base de uma avaliação psicológica, no qual se ele deve continuar a exercer no seu local de trabalho, ou necessita de ser recolocada.

De acordo com os restantes empregados, foi dispensado para a empregada, um acompanhamento psicológico no qual ela irá usufruir o salário e benefícios regularmente. A empresa disse ainda, que lamenta o ocorrido, no qual espera que as autoridades competentes, apliquem as devidas punições cabíveis ao morador autor das práticas de ato criminoso, concluí.

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O caso ocorreu no último domingo, (28). A briga deu inicio após o morador ter regressado com o carro em frente ao portão da garagem, onde piscou com os faróis, querendo entrar sem apresentar a devida identificação.

A porteira, explicou que não poderia dar entrada para o interior do prédio, a qualquer pessoa que apenas fizesse um sinal, no qual precisava que ele apresenta-se a identificação, no qual ele ficou muito irritado.

O G1 tentou localizar o Vinícius Pereira da Silva, o morador que surgiu nas imagens indicado pela a agressão verbal à porteira, para tentar saber uma posição sobre o ocorrido, mas ele não foi localizado.

Gil Bathaus, delegado que está a investigar o caso, disse que também não conseguiu localizar, mas emitiu uma intimação para estar presente nesta terça (20), para prestar declarações.

 

 

 

Escrito por Carla Sofia

Sou especialista em Receitas, dicas e saúde! Gosto sempre de estar atualizada de novas receitas e formas medicinais!