Após dias de um mistério que tomou conta das redes sociais, a mulher apontada como a “Japinha do CV” veio a público, na noite desta última terça-feira, dia 11 de novembro.
Em um vídeo, Maria Eduarda, conhecida como Penélope, negou ser a traficante e afirmou que toda a história de sua suposta morte “não existe” e foi “criada pela internet”.
Diante do caso, a jovem se pronuncia pela primeira vez sobre a confusão. “Essa tal de Japinha que estão falando aí… não sou eu. Essa menina não existe. […] O meu nome é Maria Eduarda conhecida como Penélope”, afirmou, negando ser a “musa do crime”.
A jovem negou que foi morta na megaoperação policial, como chegou a ser amplamente veículo por vários canais de comunicação. Muitos lamentaram sua partida.
Com a notícia de seu pronunciamento, a jovem explicou que foi vítima de uma grande confusão. Ela disse que as fotos que circularam, onde ela ostentava armas, são de “uma vida passada” e que ela não tem mais envolvimento com o crime.
A polêmica começou quando fotos de Maria Eduarda foram associadas à notícia de uma suposta traficante morta na “Operação Contenção”, no dia 28 de outubro.
A Polícia Civil, no entanto, já havia informado que nenhuma mulher estava entre os mortos identificados e que o corpo em questão era de um traficante baiano.
Desde a semana passada, a história da “morte” de Japinha viralizou, e Penélope desmentiu também os áudios que circularam, declarando que em nenhum momento ela ou a família se pronunciaram de forma oficial.
No momento, Maria Eduarda tenta provar que está viva e desvincular sua imagem da confusão, enquanto a Polícia Civil continua a investigação sobre a origem das notícias falsas que transformaram a vida da jovem em um “pesadelo”.






