Em uma situação de crueldade inimaginável que abalou Belém, foi confirmado o falecimento do pequeno Paulo Guilherme Guerra, encontrado sem vida nesta última segunda-feira, dia 27 de outubro, aos 6 anos de idade.
O menino teve sua trajetória interrompida da forma mais brutal, ao ter seu corpo encontrado dentro de uma mala, abandonada em frente a um cemitério no bairro da Marambaia. O principal suspeito do crime foi linchado por moradores revoltados.
Sua mãe, Raíssa, concedeu uma entrevista exclusiva e falou sobre a dor da perda. “Acabaram com a minha vida. Tiraram o meu precioso, meu único menino”, revelou ela, desolada. “Agora dia 26 de novembro ele ia fazer sete aninhos”, desabafou.
Com a notícia da descoberta do corpo, os detalhes do desaparecimento e da revolta popular vieram à tona. O menino sumiu no domingo à noite, após sair para buscar brinquedos.
A mãe só percebeu a ausência na manhã seguinte, achando que ele havia dormido na casa da avó. O suspeito, um vizinho conhecido, foi apontado e, após a descoberta do corpo, foi espancado até a morte pela comunidade.
Neste momento de dor e revolta, a polícia investiga as duas mortes: a do menino e a do suspeito. Moradores relataram ter encontrado fotos de crianças no celular do homem, incluindo da irmã de Paulo Guilherme, mas o aparelho não foi localizado.
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A polícia agora busca por respostas. O respeito pelo o que a dor dessa mãe representa guia a busca por justiça para o pequeno Paulo Guilherme, enquanto a morte do suspeito também é investigada.
No momento, a comunidade da Marambaia vive sob o impacto do duro acontecimento. O sentimento que fica é o de horror e incredulidade, enquanto a polícia tenta desvendar os detalhes de um crime brutal e suas consequências violentas.






