As rodovias brasileiras registram, todos os anos, milhares de acidentes que resultam em vítimas fatais. Entre os principais fatores estão imprudência, excesso de velocidade, ultrapassagens em locais proibidos e as condições da própria malha viária.
A BR-262, que corta Minas Gerais, é um dos trechos onde esses riscos se repetem com frequência, como mostra o acidente ocorrido no último domingo, dia 21 de setembro, que vitimou o empresário Luís Otávio Soares Costa, de 36 anos.
Diretor de um posto de combustíveis, Luís Otávio conduzia uma caminhonete que colidiu de frente com um caminhão entre Nova Serrana e Bom Despacho. A batida foi tão grave que ele não resistiu aos ferimentos.
Outras quatro pessoas ficaram machucadas, o motorista do caminhão, de 46 anos, a esposa dele, de 41, e a filha do casal, de apenas 2 anos, além de mais um ocupante. Todos foram levados para atendimento médico na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Nova Serrana.
Luís Otávio foi sepultado na segunda, dia 22 de setembro, em Martinho Campos, sua cidade natal. O velório aconteceu no espaço Unipax e reuniu familiares, amigos e colegas de trabalho, que lembraram sua trajetória pessoal e profissional.
Bastante conhecido na região, o empresário era reconhecido pelo envolvimento com a comunidade e pelo espírito empreendedor, deixando um legado que agora se mistura à dor da perda.
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O caso reforça o debate sobre a segurança nas estradas federais do país. A BR-262, em especial, é um corredor estratégico que conecta importantes regiões de Minas, mas que há anos acumula altos índices de acidentes graves.
Autoridades de trânsito têm alertado sobre a importância do respeito às regras, da manutenção preventiva dos veículos e da atenção redobrada em trechos de pista simples, onde o risco de colisões frontais aumenta consideravelmente.
Enquanto a família e amigos de Luís Otávio enfrentam a dor da despedida, o episódio serve de alerta para motoristas que cruzam diariamente rodovias semelhantes.






