Após uma semana de mistério e dor, novos detalhes sobre o triplo homicídio em Ilhéus, na Bahia, vieram à tona, nesta última sexta-feira, dia 22 de agosto.
Os corpos das professoras Alexsandra Suzart e Maria Helena do Nascimento, e da filha desta, Mariana Bastos, foram encontrados por um grupo de jovens da própria igreja que as vítimas frequentavam.
O pastor Tito Omena, líder religioso da igreja, concedeu entrevista e contou como os jovens se mobilizaram para procurar as mulheres desaparecidas, auxiliando nas buscas e fazendo o possível para ajudar.
“Esse grupo de quatro jovens da igreja fez o mapeamento, encontrou as imagens delas caminhando na areia e foram em outros estabelecimentos comerciais para encontrar mais imagens”, relatou o pastor.
Com a notícia da investigação, o pastor descreveu o momento da descoberta, declarando que infelizmente os jovens encontraram os corpos, avisaram no grupo e se tornou um verdadeiro cenário de tristeza.
Diante da situação, a Polícia Civil continua a investigação, mas enfrenta dificuldades. Mais de 15 câmeras de segurança foram analisadas, mas existem pontos cegos no trajeto das vítimas.
A polícia já retornou ao local em busca da arma do crime, mas ainda não há suspeitos ou uma motivação clara. Desde a tarde de sexta-feira, dia 15, as três mulheres estavam desaparecidas.
A última imagem delas com vida as mostra caminhando na Praia dos Milionários com um cachorro, que foi encontrado vivo, amarrado a uma árvore, ao lado dos corpos, que tinham marcas de facadas.
No momento, a polícia acredita que duas ou três pessoas participaram do crime. A comunidade de Ilhéus, que se despede de duas professoras queridas da rede municipal e de uma jovem universitária, segue cobrando por justiça, uma semana após o ocorrido.






