Identificadas as 4 vítimas de estudante ‘serial killer’; mortes aconteceram de janeiro a maio

Mortes aconteceram em um intervalo de tempo de 5 meses

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Nos últimos meses, uma sequência de mortes misteriosas abalou a opinião pública e despertou perplexidade em todo o país. Quatro pessoas, de perfis diferentes, perderam a vida de forma semelhante todas ligadas a uma mesma mulher: a universitária Ana Paula Veloso Fernandes, de São Paulo.

O caso, que se estendeu entre janeiro e maio deste ano, revelou uma teia de enganos, manipulações e crimes meticulosamente planejados, deixando famílias em luto e autoridades intrigadas com o comportamento da jovem e de suas cúmplices.

Segundo as investigações, Ana Paula, estudante de direito, foi responsável por envenenar quatro pessoas: o dono do imóvel em que morava, uma amiga virtual, um idoso do Rio de Janeiro e seu namorado, um jovem tunisiano.

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A série de mortes começou com Marcelo Hari Fonseca, de 51 anos, proprietário da casa alugada pela universitária em Guarulhos. O corpo dele foi encontrado em decomposição, e a suspeita inicial de causas naturais logo deu lugar à hipótese de envenenamento.

Poucos meses depois, Ana Paula tirou a vida de Maria Aparecida Rodrigues, uma mulher que conheceu pelas redes sociais e que, após um encontro para café e bolo, passou mal e morreu.

O comportamento da estudante após o óbito, incluindo a tentativa de reaver roupas que alegava ter deixado na casa da vítima, levantou desconfianças.

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A frieza dos atos não parou por aí. Em abril, Neil Corrêa da Silva, aposentado de 65 anos e pai de uma ex-colega da faculdade de Ana Paula, também foi envenenado. A filha, Michelle Paiva, teria contratado a estudante para matar o próprio pai em troca de R$ 4 mil.

As mensagens trocadas entre Ana Paula e sua irmã gêmea, Roberta, revelaram códigos e uma preparação cuidadosa para o crime. A última vítima foi Hayder Mhazres, um jovem tunisiano de 21 anos que mantinha relacionamento amoroso com a suspeita.

Ele passou mal e morreu em seu apartamento em São Paulo. Ana Paula chegou a afirmar estar grávida dele, o que mais tarde se revelou uma mentira. As autoridades acreditam que os crimes tinham motivação financeira, com o objetivo de obter bens e dinheiro das vítimas.

Ana Paula, a irmã Roberta e Michelle estão presas, enquanto a polícia ainda investiga se há outras mortes relacionadas ao grupo. O caso expôs uma face sombria da manipulação e da ambição, e continua a ser acompanhado com atenção pela sociedade e pela Justiça.

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Paulo Machado
Colunista de portal de notícias dedicado a TV e Famosos, Curiosidades, Saúde Natural e Bem-estar, Finanças e Política Brasileira

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