Japinha do CV era linha de frente da facção e verdade sobre como ela agia vem à tona: ‘Era bem cruel’

Mais detalhes sobre como a jovem atuava no mundo do crime no RJ foram expostos por um pesquisador. Seu corpo foi achado e gerou repercussão.

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Após sua morte na megaoperação policial do Rio de Janeiro se tornar um dos símbolos da letalidade do confronto, os detalhes sobre a atuação de “Japinha do CV” no crime vieram à tona, nesta última sexta-feira, dia 31 de outubro.

Identificada como Penélope, a jovem era apontada pela polícia como uma das principais combatentes da facção na linha de frente da guerra e mais detalhes sobre a sua personalidade chamam atenção.

O cientista social e pesquisador de segurança, Joel Paviotti, a descreveu como uma “soldada de primeira hora” do traficante Doca da Penha, um dos chefes do Comando Vermelho (CV).

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Segundo o especialista, ela possuía habilidades estratégicas para atuar em regiões de mata e era conhecida por sua crueldade, sendo chamada “quando precisavam dar um susto em alguém ou uma lição”.

“As pessoas dizem que ela era de exposição e era extremamente linha de frente. Era uma jovem que não tinha tanto tempo no mundo do crime, tinha cerca de 18 ou 19 anos, mas já era bastante conhecida”. “Era Cruel”, reforçou o cientista.

As fotos em que ostentava fuzis e outras armas de grosso calibre, vestindo roupas camufladas, não eram apenas para “ostentação”, mas um registro real de sua rotina como uma das “soldadas” da facção, pronta para o confronto.

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A confirmação de seu papel ativo na linha de frente veio na própria cena de sua morte. Durante a “Operação Contenção” na terça-feira (28), “Japinha” foi encontrada com roupa camuflada e um colete tático equipado com espaços para carregadores de fuzil.

Desde o início da operação, a polícia já tinha como alvos as lideranças e os principais combatentes do CV na região. Segundo a polícia, “Japinha” resistiu à abordagem dos agentes, abriu fogo contra eles e, no confronto, foi atingida por um disparo de fuzil.

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Juliana Gomes
Colunista de notícias dedicada a escrever sobre os mais diversos assuntos. Sempre fui apaixonada pela arte da escrita e pela literatura.

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