Reviravolta no caso do professor de Educação Física encontrado sem vida dentro de carro; suspeita é presa

O caso que chocou amigos e familiares segue sob investigação.

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O desaparecimento e a morte do professor de educação física Vinicius Moutinho de Paula, de 28 anos, seguem sob apuração pelas autoridades de São Paulo e ganharam um novo desdobramento nesta quinta-feira (2).

A ex-namorada do jovem foi presa temporariamente por suspeita de envolvimento no caso, conforme informou a Secretaria da Segurança Pública. A investigação está sob responsabilidade do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

Vinicius havia desaparecido no dia 16 de agosto, quando, segundo a mãe, saiu de casa para entregar suplementos e não retornou. No dia seguinte, o corpo dele foi localizado no banco traseiro de um carro estacionado na Zona Leste da capital.

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O veículo, um Renault Duster vermelho, foi encontrado na Rua Tobias Lellio, em Itaquera, e apresentava indícios de sangue na região da cabeça da vítima. As investigações indicam que a última pessoa a ter contato com o professor foi justamente a ex-namorada.

Câmeras de segurança registraram sua chegada a um motel na companhia dela. No entanto, após algumas horas, imagens mostram a mulher conduzindo o veículo sozinha.

Em depoimento, ela declarou que Vinicius havia consumido bebidas alcoólicas e cocaína, ficando sem condições de dirigir. Segundo seu relato, ele teria deitado no banco traseiro e, após uma discussão, ela optou por estacionar o carro em uma rua próxima antes de deixar o local em um transporte por aplicativo.

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O corpo foi encontrado por policiais militares, que precisaram quebrar o vidro do automóvel, já que estava trancado. Garrafas de cerveja foram recolhidas no interior do carro.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas apenas constatou o óbito, que apresentava rigidez cadavérica e sangramento nasal.

Com a prisão da ex-namorada, os investigadores buscam esclarecer contradições nos depoimentos e entender em que circunstâncias a morte ocorreu.

O mandado de prisão temporária visa garantir novas diligências, enquanto a polícia avalia possíveis responsabilidades criminais. O caso segue em andamento e deve contar com novas oitivas e análise de provas técnicas.

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Fabiana Batista Stos
Jornalista digital, com mais de 10 anos de experiência em criação de conteúdo dos mais diversos assuntos. Amo escrever e me dedico ao meu trabalho com muito carinho e determinação.

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