Em rodovias, até uma manobra corriqueira pode se tornar um momento de alto risco. Uma ultrapassagem mal calculada, um desequilíbrio no volante ou uma leve variação na pista podem ser o suficiente para transformar uma viagem comum em uma tragédia familiar.
Foi o que aconteceu com a empresária Nadia Brolin, de 37 anos, que morreu após capotar a caminhonete que dirigia em um trecho urbano da PR-170, em Guarapuava, região central do Paraná.
O acidente ocorreu por volta do meio-dia desta quarta, dia 14 de janeiro, no quilômetro 380 da rodovia estadual, e foi registrado por uma câmera de segurança.
Nas imagens, é possível ver a caminhonete conduzida por Nadia trafegando no sentido Pinhão, quando, logo após uma ultrapassagem, ela perde o controle da direção, sai da pista e capota diversas vezes.

O veículo que vinha logo atrás conseguiu frear a tempo, evitando uma colisão. De acordo com o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Nadia estava sozinha no automóvel e utilizava cinto de segurança, mas ficou presa às ferragens.
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Ela sofreu um traumatismo cranioencefálico grave e morreu ainda no local, antes da chegada do resgate. A caminhonete ficou completamente danificada.
Nadia era uma empresária reconhecida em Guarapuava, onde administrava, junto ao marido, duas lojas de piscinas e banheiras, além de uma loja de móveis.
Nas redes sociais, amigos e clientes lamentaram a perda, destacando sua dedicação, carisma e energia empreendedora. O corpo da empresária está sendo velado na Capela Pax Cristo Rei e será sepultado nesta quinta, dia 15 de janeiro, no Cemitério Parque dos Eucaliptos.
O caso reforça o alerta sobre os perigos das ultrapassagens em rodovias, especialmente em trechos urbanos, onde o tráfego é intenso e o tempo de reação é curto, uma fração de segundo pode definir o que acontece no quilômetro seguinte.






